Dois jovens brasileiros entram na lista de bilionários da “Forbes”

Na lista de novos bilionários, publicada nesta terça-feira pela revista “Forbes”, há dois brasileiros: Pedro Franceschi, de 25 anos, e Henrique Dubugras, de 26 anos, com fortuna estimada em US$ 1,5 bilhão cada um. São cofundadores da startup de cartões de crédito para empresas Brex, que foi avaliada em US$ 12,3 bilhões por investidores em janeiro.
Segundo a revista, a Brex não é único “decacórnio” cujos fundadores se tornaram bilionários neste ano. Em todo o mundo, 30 startups ultrapassaram avaliações de US$ 10 bilhões em 2021, o dobro do número de 2020. Muitas são empresas de tecnologia, o que ajudou o setor a adicionar 38 recém-chegados à lista deste ano, incluindo Alex Shevchenko e Max Ly (US$ 4 bilhões cada), ambos de 42 anos, cofundadores ucranianos da ferramenta de correção gramatical Grammarly, avaliada em US$ 13 bilhões por investidores em novembro.
O ano de 2021, diz a “Forbes”, foi um ano de baixa para os bilionários. Há 87 deles a menos, e eles têm US$ 400 bilhões a menos do que há um ano. “Ainda assim – em meio a uma guerra a uma pandemia e a mercados em ritmo vagaroso – um total de 236 pessoas (em comparação ao recorde de 493 em 2021) se tornaram bilionários ao longo dos últimos 12 meses”, informa a revista.
Os novos bilionários são de 34 países. A China tem 62, incluindo dois de Hong Kong — mais do que qualquer outro país. Entre eles estão Chris Xu (com patrimônio estimado em US$ 5,4 bilhões), de 52 anos, o misterioso fundador da varejista on-line de moda Shein.
O mais rico entre os novatos da lista que fizeram a própria fortuna também vem das proximidades, de Taiwan: Zhang Congyuan (US$ 11,7 bilhões), 74 anos, fundador da fabricante de calçados Huali Industrial, que produz para dezenas de marcas, como Nike, Puma UGG e Vans. Ele é a pessoa mais rica da China.
Os Estados Unidos vêm a seguir como segundo país com mais novatos na lista da “Forbes” (50), incluindo Gary Wang (US$ 5,9 bilhões), 28 anos, que é cofundador e diretor de tecnologia da bolsa de criptomoedas FTX, com sede nas Bahamas, e Scott Shleifer (US$ 5 bilhões), 44 anos, cofundador do braço de investimento em participações acionárias do fundo dor do braço de investimento em participações acionárias do fundo hedge Tiger Global Management.
Apenas 33 dos 236 recém-chegados à lista de bilionários deste ano são mulheres, e apenas 11 delas fizeram própria fortuna, segundo a “Forbes”. Renata Kellnerova herdou uma fortuna estimada em US$ 16,6 bilhões, juntamente com os quatro filhos, depois de seu marido Petr Kellner, investidor e pessoa mais rica da República Tcheca, ter morrido em acidente de helicóptero em março de 2021. Ela é a bilionária mais rica do mundo entre os novatos na lista deste ano. As americanas mais ricas a entrar na lista são as seguintes: Edythe Broad (US$ 6,9 bilhões), viúva do falecido magnata e filantropo Eli Broad, dos ramos de construção de casas e de seguros, e Melinda French Gates (US$ 6,2 bilhões), ex-esp


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